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quinta-feira, 24 de maio de 2012

História do BGB



Hoje traga-vos um assunto que difere um pouco do habitual aqui no nosso blog. Como verão, é um tema repugnante, concordo, mas que precisa de ser falado, e, visto que mais nenhum blog leonino se dispõe a fazê-lo, teremos de ser nós, SPP ( leitura acompanhada por um canto angelical extremamente belo), a dar um passo à frente.
Os pescadores, desde tempos imemoriais, sempre pugnaram pela honra e a honestidade extrema. Homens rudes, que não recuavam nem diante as ondas nem diante a verdade.
Visto isto, deixem-me contar-vos uma pequena história.
Era uma vez, um pequeno coelhinho chamado BGB. Este pequeno coelhinho, por não ter amor da parte dos pais enquanto crescia, tornou-se num coelho ressentido e amargo. Um dia, enquanto andava, metido consigo mesmo a pensar na merda que é a vida, o BGB reparou que os coelhos à sua volta estavam alegres. Perguntando-lhes a razão da sua alegria, disseram-lhe o Sporting tinha ganho.Não sabendo o que era, BGB disse a si mesmo: "Vou descobrir o que é este Sporting, afinal de contas, se até coelhos estúpidos como estes conseguem ficar empolgados com isso, eu também consigo". Mas depressa percebeu que o Sporting não lhe dizia nada, a cultura e a forma de estar do clube não lhe pareciam compreensíveis. Irritado pelo seu génio não conseguir compreender o que até o mais comum dos coelhos compreendia, tomou uma decisão: "A partir de agora, fingirei ser apoiante do Sporting e, sempre que puder, tentarei mandar o clube abaixo levando a maior quantidade de coelhinhos que puder". E assim começou a sua demanda. Alguns coelhinhos, os ingénuos, acreditaram no seu discurso e seguiram-o. Outros, aperceberem-se do jogo do BGB e compuseram-lhe um poema. Aqui está ele:


BGB o nosso muito obrigado
És o rei da palhaçada
Vai ser difícil seguir o teu legado
Merecias aplausos vindos da bancada

És mentiroso e mal educado
Como tu não há igual
Há anos que és um merdoso acabado
Todos sabemos que és homossexual

Gostaria de dizer que o BGB viveu feliz para sempre, mas a verdade é que não.

PS: Qualquer semelhança com a realidade é a mais pura  das (des)coincidências.



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